Constituição da Prancha

Deck
A parte onde o corpo se coloca em cima da prancha.
Slick
A área inferior da prancha feita num material liso e flexivel tal como Surlyn ou HDPE.
Surlyn – Foi inventado pela multi-nacional química Dupont. É o material usado no revestimento das bolas de golfe e as melhores pranchas têm este material. É liso, resistente e permite a maior velocidade e projecção.
HDPE- High Density Polyethylene é muito parecido ao Surlyn, mas não é tão flexível. Perde-se em performance mas ganha-se em longevidade.
Tail
É a traseira da prancha, onde a anca assenta quando deitado. Há alguns tipos de Tails diferentes, sendo o mais comum o Crescent Tail. É uma forma em arco para dar mais controle. Outra forma é o Bat Tail, que faz lembrar a asa de um morcego. Este tipo de tail, torna liberta mais a prancha facilitando algumas manobras como o 360.
Crescent Tail
É o formato do Tail que faz agarrar melhor à onda. Esete desenho tem umas pontas quadradas em cada lado do Tail e um formato em “U” a ligar estas pontas. O Crescent segura bem o corpo à prancha e a à face da onda. É um tipo de tail muito usado por atletas de Dropknee, sendo o ideal para ondas mais cavadas e para grandes rasgadas na onda. Nos 360º este tipo d etail agarra mais à onda do que o outro tipo de tail (Bat tail).
Bat Tail
Existem muitas variedades de bat tail, mas basicamente existem pontos no final do tail numa forma arredondada ou pontiaguda.There are many varieties of bat tail, but basically, Os Bat tails são normalmente soltos e proporcionam uma maior margem de manobra. Se gostas de fazer muitas manobras apertadas na zona crítica da onda, deves optar por um bat tail.
Nose
É aqui que colocas a tua mão que dirige a prancha, na frente da prancha, a mão que te comanda ao longo da onda. Esta mão pode ser a direita quando vais para a direita ou a esquerda, quand vais para a esquerda.
Nose Bulbs
Pequenas bolhas situadas na parte de baixo do nose da prancha que permitem agarrar melhor a prancha e ter mais control. Ficaram muito populares nos últimoa anos.
Rail
É onde agarras a prancha de lado com a mão estabilizadora. A maioria das pranchas apresentam uma combinação de 60/40 ou 50/50. Teoricamente uma combinação 60/40 oferece mais controlo enquanto a de 50/50 é mais rápida. A maioria das marcas fazem as suas pranchas com 60/40, e a maioria dos bodyboarders têm dificuldades em perceber a diferença, uma vez que ambas funcionam bem em qualquer prancha. (A mão de estabilização é normalmente colocada a meio do rail).
Canais
Apresentam-se a partir do tail da prancha. Ajudam a passagem da água para melhorar a performance e agarrar melhor a onda. Também aumentam a velocidade e controlo mas podem reduzir margem de manobra. No entanto, quando combinados com alguns designs de tail e shapes podem resultar perfeitamente, sendo especialmente eficazes em relação ao bat tail.
Stringer
É um tubo que é inserido dentro da prancha para manter a sua rigidez e alinhamento. Também prolongam a vida do core. Podem ser feitos de muitos materiais diferentes, sendo o mais utilizado o carbono.
Mesh
Uma rede em material plástico colocada no core da prancha para aumentar a projecção e durabilidade.
Core
O core significa o corpo da prancha, e pode ser feito de vários materiais diferentes. Os mais populares estão listados em baixo.
Polypropylene (PP)
É o mais recente material .Polypro é leve, e forte. É o core mais caro de todos os cores. Muitas marcas criam nomes para este material mas na maioria dos casos é apenas polypro.
Existem dois tipos. Extruded polypro é feito de fios de polypropylene e ofereçe uma muito boa projecção e durabilidade. O Beaded polypro é uma versão mais avançada e extremamente leve, durável, resistente, e consequentemente caro.
Dow / Polyethylene (PE)
É usado no fabrico de pranchas há 30 anos, e continua a ser o core padrão na industria. É compacto e apresenta-se em diferentes densidades. Tem uma excelente projecção e grande performance, mas não é tão durável como o polypro a menos que seja combinado com algum tipo de endurecimento interior, como a rede ou stringer, ou ambos. Também é um pouco mais pesado que o Polypro. Também é usado no deck e rails da maior parte das pranchas.
HDPE
High Density Polyethylene assemelha-se muito ao Surlyn, mas não é tão flexível. Tem uma performance muito boa, mas mantém o preço da prancha mais baixo.
Hybrid Cores (FRC, EFC)
Surgiram com o objectivo de construir um core que combinasse as melhores características dos tradicionais PE e PP. O resultado é um core durável e leve num bloco só, com grande flexibilidade e projecção. Os hybrid cores vêm geralmente combinados com um sistema de três stringers.
Composite Cores (3D, Tri-Core)
Este core apresenta várias combinações de laminação, especialmente concebidas para dar às pranchas diferentes respostas de flexibilidade para diferentes condições. As camadas de PP são laminadas para as camadas de PE através do cruzamento numa camada intermédia. O core do futuro – combinando os melhores atributos de PE e PP.


muito bom,parabens